terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Meu "amiguinho" Eduardo Carísio Sobrinho, filhos de meus amigos Eurípedes e Mychele...
Rumo a Saquarema-RJ.. Treinos para Seleção Brasileira de Volei..

 PARABÉNS E MUITO SUCESSO PARA ELE .....

BABÁ COM MUITO ORGULHO DE VOCÊ...

Confiram:

http://www.cbv.com.br/v1/selecao/aviso.asp?aviso=91&tipo=simples


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Memórias da Sala de TV


A tarde cai...
Além Morro da Saudade
Tristeza se esvai
Fica só felicidade

A porta da casa aberta
Os vizinhos que aqui vem
Minha mãe sempre alerta
O cansaço não a detém

A primeira TV da rua
Tecnologia que assusta
Melhor que mulher nua
Chega na hora justa

Joana Preta com seus filhos a chegar
Também a Zilda com os seus está aqui
Psiu! A novela vai começar
Depois, os filmes da Tupi

Dona Nita, minha mãe, abstrai
Sentada na poltrona
Ao lado do Macaúba, meu pai
Parece-se uma madona

__ Menino, não encoste na antena!
__ Corre lá, Zé. Sintoniza o canal
Plin, plin. Já começa a outra cena
 Parecia ser de um vendaval.

A novela acaba quando dou por fé
Meninada, já para a cama
Não esquece de lavar o pé
__ Mãe, posso dormir na Dona Joana?

Depois da novela vem o filme
Só gente grande em frete da telinha
Até hoje sinto um ciúme
Dessa regalia que se tinha

Dormi!
20 de janeiro - 5 meses sem fumar...
Graças a Deus...
Só tenho a agradecer... eternamente!!!

20 de Janeiro - Dia de São Sebastião

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PRIMO SONETO

Fechei os olhos do corpo
Olhei com os olhos da alma
Como uma fábula de Esopo
Percebi tudo o que me acalma

O sorriso no rosto de minha mãe
A alegria de uma criança
Ganhando o brinquedo que dança

O vento, o raio e o trovão
Anunciando a chuva no chão
Música suave de pássaros na varanda
Como se fosse uma boa ciranda

Flor de pequi no cerrado
Cobra atravessando o trieiro
É todo o riscado de ser brasileiro





Essa sim Sabia o que fazer com a voz..

Saudades eternas..



http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=1&n=23073
 

Asas do Tempo


ASAS DO TEMPO

Vendo os cabelos de minha cabeça

Percebo que o tempo voa depressa
Donde estão os que amei?
Olho ao léu e não os vejo.
Bate forte a saudade no peito
Quanto tempo faz, mesmo?
Onze, dez, um e meio
Nem mesmo sei quanto
Só mesmo sei quanto dói
O aperto no peito sentido
É mais que a força do choro
Mas ele teima em cair
Descompassado e fugaz
Causando em mim o recordar
Ouvir a voz daqueles que se foram
Ao longe, porém bem vívidas
O que me faz continuar
Viver é ser tênue ante a dor
E forte no fazer memória
Ao menos daqueles que amou
E que sempre amará.

Finalmente Consegui

Finalmente, consegui criar meu blog.. risos triplos...

Agora, sim

Conectado à Tecnologia